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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA 

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Página Inicial > Vegetal > Importação > Requisitos Fitossanitários > Relação de pragas

Programas de Prevenção e Controle de pragas

O Ministério da Agricultura desenvolve programas para a prevenção e controle de pragas com o objetivo de erradicar, controlar e evitar a disseminação de doenças que atacam as lavouras. São essas precauções e medidas que tornam a produção vegetal competitiva, tanto no mercado interno, quanto no externo.

Lista Completa de Pragas:

Anastrepha Grandis
A mosca sul-americana das cucurbitáceas (Anastrepha grandis) tem como hospedeiros a abóbora (Cucurbita pepo), pepino (Cucumis sativus), melão (Cucumis melo) e melancia (Citrullus lanatus), dentre outros. Alguns países importadores, entre eles a Argentina, o Uruguai e os Estados Unidos, impõem restrições fitossanitárias com relação à importação de frutos frescos de cucurbitáceas do Brasil. A praga está presente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tendo havido uma detecção em Barreiras – BA. Nos demais estados do Nordeste e na Região Norte a praga é considerada ausente.

Áreas livres de Anastrepha Grandis

Enfoque de Sistemas para o Manejo de Risco de Pragas de Anastrepha Grandis  
IN N° 01, de 10/01/2007
IN N° 13, de 31/03/2006
IN N° 16, de 05/03/2006
IN N° 29, de 08/08/2007
IN N° 37, de 22/10/2007
IN N° 41, de 07/08/2006
IN N° 42, de 09/08/2006

Bacteriose Da Goiabeira
De todas as Unidades da Federação, somente os estados do Acre e Roraima não produzem goiaba. O estado de São Paulo é o maior produtor da cultura com 5.076 ha., seguido de Pernambuco, que responde por 4.512 ha plantados. A cultura está basicamente concentrada nas regiões Sudeste e Nordeste (85,6% da área nacional plantada).
Instrução Normativa N° 1, de 21 de janeiro de 2000

Cancro Cítrico
Xanthomonas anoxonopodis pv. citri
Portaria nº 291, de 23 de julho de 1997
Fotos do Câncro Cítrico

 Cancro da Videira
O cancro da videira, também conhecido como bacteriose da videira (Xanthomonas campestris pv.viticola), pode ser disseminado de diversas formas. A contaminação pode ocorrer por meio de respingos de água da chuva ou irrigação. Também por mudas com a bactéria ou ferramentas, não desinfetadas, utilizadas na colheita de frutos de plantas infectadas. Máquinas e implementos agrícolas utilizados no manejo, como grades, roçadeiras e pulverizadores de barra podem levar a praga para dentro do pomar. A variedade Red Globe (cultivada no Vale do São Francisco) e algumas sem sementes, principalmente as originárias da variedade Thompson Seedless, são as mais vulneráveis à praga. Alguns focos do cancro da videira também já foram identificados em outras cultivares como Itália, Festival, Benitaka e Superior, com variado grau de incidência. Nos tipos suscetíveis, o principal prejuízo é a redução da produção. As plantas infectadas produzem cachos com sintomas de cancro no engaço (que murcha ou apodrece as bagas), o que inutiliza os frutos para a comercialização.

Instrução Normativa N° 9, de 20 de abril de 2006

 

 

Cochonilha Do Carmin Na Palma Forrageira
Não se sabe ao certo a forma de introdução da cochonilha no País. Os primeiros relatos de danos à palma forrageira ocorreram no Município de Sertânia, PE, em 1998. Existem fortes indícios de que houve uma introdução errônea da espécie Dactylopius coccus com o objetivo de produção do corante “carmim cochonilha” em escala experimental. A praga apresenta-se como pequenos tufos brancos imóveis, parasitando raquetes de palmas do gênero Opuntia. Os tufos são constituídos por uma secreção cerosa que contêm finos filamentos produzidos pelo inseto, protegendo-o de predadores.
Instrução Normativa N° 23, de 29 de maio de 2007
Huanglongbing (Greening) em Citros
A praga denominada Huanglongbing (HLB) - Greening tem como agente etiológico a bactéria Candidatus Liberibacter sp. e se encontra presente em plantas hospedeiras constantes da lista oficial de pragas quarentenárias presentes. Visando à delimitação da extensão das áreas afetadas e à adoção de medidas de prevenção e erradicação da praga, a Instrução Normativa nº 53, de 16 de outubro de 2008 aprovou critérios e procedimentos para a realização periódica de levantamentos de ocorrência da praga.

Greening em Citros (com Vídeo)

Manual Operativo do Greening

Instrução Normativa Nº 53, DE 16 DE OUTUBRO DE 2008

Monilíase do Cacau
A Monília ou Monilíase, causada pelo fungo Moniliophthora roreri é uma das mais devastadoras doenças do cacaueiro. O fruto é a única parte do cacaueiro que é afetada, em qualquer fase de desenvolvimento. Até agora ausente no Brasil, já se encontra em países vizinhos produtores de cacau como o Peru, Equador, Venezuela e Colômbia, causando danos de 50 a 100% da produção.
Monília do Cacaueiro no Brasil   

 


Anteriormente conhecida como pertencente ao complexo Bactrocera dorsalis, foi renomeada por Dew & Hancock como Bactrocera carambolae. Introduzida no continente americano em 1975, provavelmente oriunda de vôos entre a Indonésia e o Suriname, passou em 1989, para a Guiana Francesa e em 1996, para o município do Oiapoque no Estado do Amapá, Brasil.
Mosca da Carambola

Alerta Quarentenário 1 - Mosca da Carambola

Decreto n° 2.226, de 19 de maio de 1997

Mosca da Carambola (folder)

Mosca Negra dos Citros
A Mosca Negra dos Citros (Aleurocanthus woglumi), praga exótica para o Brasil até março de 2001, teve sua ocorrência identificada inicialmente no município de Belém, Pará, e posteriormente em municípios vizinhos. No mesmo ano, o Ministério da Agricultura edita o Alerta Quarentenário para a Mosca Negra dos Citros, elaborado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. No ano seguinte, o ministério publicou a Instrução Normativa Nº 23, de 29 de abril de 2008.

Manual Operativo Mosca Negra dos Citros
 

Instrução Normativa N° 23, de 29 de abril de 2008
 

Instrução Normativa N° 16, de 18 de março de 2003

Pinta Preta dos Citros
O Estado de São Paulo responde por aproximadamente 80% da produção nacional dos citros, que está ameaçada por vários problemas fitossanitários, dentre eles, a mancha preta ou pinta preta dos citros. A pinta preta tem restringido as exportações de frutas cítricas brasileiras, principalmente quando destinadas ao mercado europeu. A praga é considerada quarentenária ausente na União Européia. No Brasil, ocorre nos estados do Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
 

Instrução Normativa N° 3, de 8 de janeiro de 2008
 

Pragas Cultura Café
O café permanece entre as mais importantes commodities agrícolas, sendo indispensável para manutenção do superávit na balança comercial brasileira. Numerosas pragas podem comprometer a produtividade e competitividade da cafeicultura em todo o país. Destacam-se os nematóides do gênero Meloidogyne, não só pelos prejuízos que causam, mas também pela distribuição no mundo e no Brasil. Os nematóides parasitam apenas o sistema radicular do cafeeiro ao qual causam distúrbios tanto fisiológicos como anatômicos, cuja magnitude varia de acordo com a espécie do parasita.

Estação de Alerta Fitossanitária para as Pragas da Cultura Café

Ferrugem da Soja
A ferrugem asiática da soja é uma praga causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Foi detectada pela primeira vez no Brasil na safra 2001/2002 no Estado do Paraná e já na safra 2003/2004 encontrava-se disseminada nos principais Estados produtores de soja (RS, SC, PR, SP, MS, MT, GO, BA, TO, MA, PI, PA, MG, AM e no DF).

Programa Prevenção e Controle da Ferrugem da Soja

Instrução Normativa N° 2, de 29 de janeiro de 2007

Sistema de Alerta da Soja - Embrapa

Vespa da Madeira
Após um período bastante longo livre de pragas, os plantios de Pinus spp do país passaram a ter sua produtividade ameaçada pela introdução, em 1998, da praga denominada Vespa da Madeira (Sirex noctilio). No entanto, em 1999 foi instituído o Fundo Nacional de Controle à Vespa da Madeira  FUNCEMA, que apóia ações de prevenção e controle da praga, sendo possível conviver com a mesma sem que se comprometa os plantios da cultura no país.

Portaria Nº 125/1998

Cydia Pomonella
A Cydia pomonella é uma das pragas mais importantes das maçãs. Está presente em praticamente todos os países do mundo, exceto Japão, parte da China e Brasil.
Programa Nacional de Erradicação da Cydia pomonella.

Instrução Normativa N° 48, de 23 de outubro de 2007

 


Sigatoka Negra
A sigatoka-negra, causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis, é a doença mais importante da bananeira e dos plátanos na maioria das regiões produtoras de banana do mundo. Foi identificada no Brasil em fevereiro de 1998 nos municípios de Tabatinga e Benjamim Constant, no Estado do Amazonas.

Instrução Normativa N° 17, de 31 de maio de 2005

 

 

Alerta Quarentenário 2 - Sigatoka Negra - Doença da Bananeira

 

Ácaro Vermelho das Palmeiras

Acesso ao Site 11/2009 - Por Cidade

Acesso ao Site 11/2009 - Por Países

Acesso ao Site 11/2009 - Visão Geral dos Visitantes

Informações sobre inimigos naturais e fungos que atacam o ácaro vermelho (Inglês)

Informe deteccion Raoiella indica Roraima Brasil (Espanhol)

Mais informacões sobre o controle do acaro vermelho na India (Inglês)

Matérias Folha de Boa Vista

Técnicos do Mapa avaliam praga do ácaro vermelho em Roraima

Técnicos são treinados para identificar o ácaro vermelho

Red Palm Mite Infestation Identified in Palm Gardens (Inglês)

Informativo n 02 Ácaro Vermelho (Espanhol)

Registro Emergencial Espiromesifeno

 

 

Fogo Bacteriano das Pomáceas
O Fogo Bacteriano das Pomáceas ataca plantas frutíferas e ornamentais. Toda parte aérea das plantas hospedeiras pode ser infectada pela praga. Os sintomas característicos mais comuns são: murcha e morte da inflorescência, definhamento e morte dos ramos e galhos finos e seca dos frutos, folhas e tronco.

Alerta Quarentenário 4 - Fogo Bacteriano das Pomáceas - Praga de Plantas Frutíferas e Ornamentais
 

Besouro Do Arroz E Outros Grãos
O TROGODERMA GRANARIUM, conhecido como besouro do arroz é uma praga de grãos armazenados, que ocorre em cereais e seus produtos, sementes oleaginosas (especialmente amendoim e torta de oleaginosas), grãos e produtos oleaginosos, assim como em rações para animais e especiarias, como por exemplo, o cominho.

Alerta Quarentenário 5 - Trogoderma granarium: Besouro do Arroz e outros Grãos

Cochonilha Rosada
A cochonilha rosada, praga polífaga de hortaliças, frutíferas, ornamentais e essências florestais afeta pelo menos 74 famílias e mais de 200 gêneros em todo o mundo. Algumas das famílias de cultivos mais importantes incluem cítricos, cacau, chili doce, pepino, mamão, batata-doce, figo, café, uva, legumes, ervas, hibisco e palmeiras ornamentais. Os gêneros mais gravemente infestados encontram-se nas famílias Fabaceae, Malvaceae, Moraceae, Proteaceae e Rhamnaceae.

IN 30 - 2011

Alerta Quarentenário 6 - Praga Prolífera de Hortaliças, Frutíferas, Ornamentais e Essências Florestais

Mosca Branca
Bemisia tabaci (Gennadius) (Hemiptera, Aleyrodidae), a mosca branca da batata-doce, também conhecida como do fumo, do algodão e da mandioca, é uma das pragas mais comuns no Brasil, ocorre em surtos ocasionais e tem como principais plantas hospedeiras, o algodoeiro, o feijoeiro e a soja. Porém, desde 1991, tem sido observada a presença de indivíduos dessa população em outras plantas hospedeiras, como: tomate, brócolis, berinjela, abóbora e plantas ornamentais.

Alerta Fitossanitário 1 - Prevenção e Controle da Mosca Branca

Ferrugem da Cana de Açúcar
A praga conhecida como ferrugem é considerada uma das mais importantes na cultura da cana-de-açúcar, podendo causar severos danos econômicos aos produtores e ao Brasil.

Alerta para ferrugem da cana-de-açúcar

Cadastro Nacional de Especialista na Praga
 

Mosca-das-Frutas
A Instrução Normativa nº 5 de 22/01/2008, publicada no DOU de 25/01/2008, oficializou os procedimentos para a manutenção da área de baixa prevalência para mosca-das-frutas, por meio de monitoramento da densidade populacional de mosca-das-frutas em lavouras de mamão e os procedimentos de inspeção e certificação nas casas de embalagem, em conformidade com as diretrizes do Plano de Trabalho.

 

Programa de Exportação de Mamão para os Estados Unidos 

Instrução Normativa N° 5, de 22 de janeiro de 2008
Portaria Nº 598, de 30 de junho de 2008

 

 

 

 

Cydia Pomonella
A Cydia pomonella é uma das pragas mais importantes das maçãs. Está presente em praticamente todos os países do mundo, exceto Japão, parte da China e Brasil.
Instrução Normativa N° 48, de 23 de outubro de 2007

Moko da bananeira
“O moko, ou murcha bacteriana, causado por Ralstonia solanacearum raça 2, é uma doença vascular sistêmica podendo, assim, atingir todos os órgãos da planta, desde o estádio de brotação jovem até plantas em produção. A doença manifesta-se principalmente por murcha, amarelecimento e necrose das folhas, iniciando-se geralmente pelas folhas mais centrais e evoluindo progressivamente para as demais. A folha pode curvar-se dorsalmente e ter o pecíolo comprometido em qualquer ponto. Nas plantas que ainda não entraram em produção, a folha vela é a última a sucumbir. Nas plantas em produção, a bactéria pode penetrar pela inflorescência, ou outra via, e externar os sintomas nos frutos, que podem apresentar sinais de malformação, rachaduras, amarelecimento precoce e irregular e, finalmente, seca e escurecimento total. Nos casos de penetração via inflorescência, as brácteas mais velhas caem prematuramente sem se enrolar, desprendendo também o conjunto de flores masculinas por elas protegidas. Num estádio mais avançado da doença, ocorre seca ascendente do coração e da ráquis masculina.
Nas helicônias, o quadro sintomatológico é semelhante ao observado no moko da bananeira. Em plantas adultas ocorre amarelecimento iniciando-se geralmente pelas folhas centrais, progredindo para a murcha e seca da planta.
                  Para prevenção e controle do moko da bananeira, deve-se primeiramente evitar a entrada da doença em regiões onde ela ainda não se faz presente. Após a introdução da mesma, a medida a se tomar é a erradicação imediata dos focos, visando impedir o estabelecimento da doença. Nos grandes plantios de banana da América Central, a convivência com o moko tem sido feita mediante detecção precoce da doença. O sucesso de qualquer programa de controle, via erradicação, está na detecção antecipada das plantas doentes e sua imediata remoção. A eliminação das plantas doentes deve sempre ser seguida de um período de pousio para garantir a eliminação da bactéria”.
 

  

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