 |
 |
|
|
|
 Devido à diversidade de regiões ocupadas pela cultura do café, o País produz tipos variados do produto, fato que possibilita atender às diferentes demandas mundiais, referentes ao paladar e até aos preços. Essa diversidade também permite o desenvolvimento dos mais variados blends, tendo como base o café de terreiro ou natural, o despolpado, o descascado, o de bebida suave, os ácidos, os encorpados, além de cafés aromáticos, especiais e de outras características. O setor cafeeiro conta com o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), criado pelo Decreto-Lei nº 2.295/86 e estruturado pelo Decreto nº 94.874/87, que se destina ao desenvolvimento de pesquisas, ao incentivo à produtividade e à competitividade dos setores produtivos, à qualificação da mão de obra e à publicidade e promoção dos cafés brasileiros, nos mercados interno e externo, priorizando as linhas de financiamento para custeio, colheita, estocagem e aquisição de café, entre outros instrumentos de política agrícola. Em parceira com este Ministério, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por intermédio da unidade Embrapa Café, coordena o Consórcio Pesquisa Café, o qual tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologias que promovam sustentabilidade, competitividade, inovação e desenvolvimento tecnológico da cafeicultura brasileira. Saiba mais
|
|
|
|
Mercado Interno
|
Projeções do ministério indicam que o consumo interno de café deve crescer 2,62% ao ano, na próxima década, devido ao aumento da produtividade. O consumo médio no Brasil é de 4,3 quilos de café torrado e moído por habitante/ano.
|
|
Exportação
|
Os principais destinos das exportações brasileiras de café são Alemanha, Estados Unidos, Itália e Japão. O Brasil supre 32% do mercado mundial em grão in natura, seguido do Vietnã, Colômbia, Indonésia e Guatemala.
|
|
|
|
|