Refúgio

Cultivar uma área com plantas não Bt em lavouras de soja, milho e algodão resistentes a insetos é a principal ferramenta para preservar a tecnologia Bt.

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A implementação de um programa efetivo de Manejo da Resistência de Insetos (MRI) é fundamental para superar um dos maiores desafios da agricultura brasileira: a evolução da resistência de insetos. A adoção de áreas de refúgio é a principal ferramenta dos programas de MRI para as culturas Bt que expressam proteínas com ação inseticida. Essa característica é obtida por meio da introdução de genes da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt).

O refúgio é uma área cultivada com plantas não Bt da mesma espécie em lavouras de soja, milho ou algodão Bt. Essa área tem como função produzir insetos suscetíveis às proteínas inseticidas que irão se acasalar com os insetos resistentes provenientes das áreas Bt, gerando novos indivíduos suscetíveis à tecnologia. O objetivo de manter uma população de pragas vulneráveis ao efeito inseticida da variedade transgênica é preservar os benefícios da tecnologia.

Todos os agricultores que utilizam tecnologia Bt precisam adotar o refúgio, pois as pragas-alvo podem migrar para áreas vizinhas. Portanto, um plano eficiente de MRI deve ser implementado em âmbito regional. A sustentabilidade da tecnologia depende do manejo adequado de cada propriedade.

O que é a resistência de insetos?

Consiste em uma característica natural na qual alguns indivíduos raros sobrevivem a exposição de agentes de controle (Bt ou inseticidas químicos).

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Como adotar
o refúgio?

O percentual da área que deve ser usada como refúgio varia de acordo com a cultura transgênica utilizada. Veja aqui como fazer.

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Como manejar
o refúgio?

Recomenda-se o mínimo de pulverizações de inseticidas e a não utilização de produtos formulados à base de Bt.

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Qual o risco de não adotar o refúgio?

O produtor que não adotar o refúgio como ferramenta de MRI será o primeiro a ser prejudicado pela perda da tecnologia Bt.

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