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Universidades da Amazônia firmam compromisso de desenvolver pesquisas em bioeconomia

Bioeconomia

O objetivo é criar alternativas inovadoras que possam valorizar e proteger os ecossistemas do bioma e melhorar a qualidade de vida das populações
publicado: 14/11/2019 11h00 última modificação: 03/12/2019 12h12

Reitores de diferentes universidades da região amazônica brasileira assinaram uma carta de compromissos pelo desenvolvimento de pesquisas em bioeconomia para benefício do país e, principalmente, dos estados que abrigam a Amazônia.

O ato marcou o encerramento do 1° Encontro de Bioeconomia e Sociobiodiversidade da Amazônia, realizado nos dias 12 e 13 de novembro, na Universidade do Estado do Amazonas, em Manaus. O evento foi promovido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Na carta, os reitores se comprometem a atuar de forma colaborativa para produzir conhecimento e propor políticas públicas voltadas para bioeconomia.  O objetivo da rede é criar alternativas inovadoras baseadas em novas tecnologias e estratégias que possam valorizar e proteger os ecossistemas da Amazônia e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem no bioma.

 

Foto: Nelson Ponce/Copronat

"As universidades têm o papel estratégico na geração e aplicação de novos conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais e humanísticos, consolidando parcerias interinstitucionais brasileiras e internacionais em áreas estratégicas da bioeconomia", diz trecho da carta.

O documento foi assinado por representantes das seguintes instituições: Universidade do Estado do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas, Fiocruz Amazônia, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Centro de Biotecnologia da Amazônia e as universidades federais do Amazonas, do Acre, do Oeste do Pará, de Roraima, do Amapá,  do Tocantins e Rural da Amazônia.

Workshops

Nesta quarta-feira, o Encontro também promoveu quatro workshops que discutiram de forma prática como desenvolver escolas de negócios sustentáveis, diálogos da sociobiodiversidade e castanha, cadeia produtiva de ervas medicinais, aromáticas, condimentadas, azeites e chás especiais, além de definir encaminhamentos do Plano Estratégico para a Bioeconomia do Amazonas.

Em um dos grupos,  as chefs de cozinha Teresa Corção e Maria do Céu, conhecidas como ecohefs, realizaram uma dinâmica de reconhecimento sensorial de ingredientes da Amazônia e de outras regiões do país.

Informações à imprensa
Débora Brito
imprensa@agricultura.gov.br