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SDA completa 41 anos e lança livro sobre controle de pragas e doenças

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Estudo foi feito pela doutora Tânia Lyra que foi titular da SDA e da Secretaria Nacional de Produção Agropecuária
publicado: 28/11/2018 15h21 última modificação: 30/11/2018 14h46
Capa do livro lançado pela SDA

Capa do livro lançado pela SDA

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), completa 41 anos, nesta quarta-feira (28), tratando dos desafios e evolução no controle de pragas e doenças. As ações que envolvem a segurança alimentar são descritas no livro “Defesa Agropecuária: histórico, ações e perspectivas”, da doutora Tânia Lyra, ex dirigente da Secretaria de Defesa Agropecuária, lançado em cerimônia na Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

De acordo com o Secretário da SDA, Luís Rangel, “A autora foi desafiada a reconstruir uma história rica e complexa. E sua trajetória lhe permitiu realizar esse objetivo. A única mulher que ocupou o cargo de Secretária de Defesa Agropecuária, nos seus 41 anos de existência como instituição, pôde retratar, com seu estilo catedrático, uma típica odisseia que nos permitirá aprender, para ir além.”

Rangel lembrou que os últimos 41 anos foram decisivos para o patamar alcançado pela defesa agropecuária na relação com o país e com o mundo. Nesse período, o setor do agro viveu grandes momentos com a criação da Conab, da Embrapa e da secretaria do ministério voltada para a sanidade animal e vegetal, destacou. “Com isso, atingimos os mercados mais importantes do mundo”.

Ainda sobre o livro da ex-secretária do Mapa, disse que ele conta uma história de sucesso, jogando luz sobre o conhecimento adquirido nessa área nas últimas décadas. “A gente pecou ao escrever pouco, em divulgar pouco nosso trabalho. Nós somos lembrados quando acontece algum episódio, surto, ocorrência de doenças, quando é preciso aparecer como bombeiros numa situação emergencial. Escrever sobre esse assunto, falar mais, divulgar, é promover a possibilidade de especialistas tratarem cada vez mais desses temas”.

Conforme Tânia Lyra, conhecer o sistema de defesa agropecuária adotado no Brasil, contribui para a atuação, no presente e no futuro, no controle de pragas e doenças, fazendo com que o país continue no ranking dos maiores exportadores mundiais de alimentos”. No prefácio da edição, o ministro Blairo Maggi afirma ser “fundamental conhecer a história para preparar o futuro”.

Maggi destacou que a Defesa Agropecuária teve papel fundamental e prioritário durante sua gestão. “O registro da história feito pela Tânia Lyra representa um espelho dos desafios enfrentados e superados por milhares de profissionais espalhados pelo país, seja nos mais distantes rincões, na pesquisa ou nos gabinetes, discutindo a formulação de importantes políticas públicas adotadas no setor”.

Tânia Lyra é graduada em Medicina Veterinária pela UFRRJ, com mestrado em Medicina Veterinária Preventiva pela UFMG e doutorado em Ciência Animal pela UFMG. Foi Secretária Nacional de Produção Agropecuária e Secretária de Defesa Agropecuária.

O livro “Defesa Agropecuária: histórico, ações e perspectivas” remonta à participação da agropecuária na história econômica do Brasil, demonstrando que a proteção das cultivares e da saúde animal está presente em todas as fases do nosso desenvolvimento cultural e socioeconômico, atuando como determinante do sucesso do agronegócio, que contempla a pequena propriedade, a produção de alimentos básicos e os demandados pelo comércio internacional, desde meados do século 18.

Os Departamentos de Produção Animal e Vegetal desenvolviam as atividades relacionadas até que, em 1977, foram unificados na Secretaria de Defesa Agropecuária.

A publicação foi dividida em oito capítulos, onde são descritas as atividades desenvolvidas do Brasil Colônia até 2018, sendo relatadas as dificuldades e os sucessos na erradicação de doenças, os gargalos para o desempenho da defesa agropecuária.

Medalha
Para reconhecer o trabalho de servidores, o Mapa vai premiá-los com medalhas. Neste ano, os agraciados com a distinção são: Jonas Bandeira da Rocha, Francisco Basílio Freitas de Souza, Carlos Alexandre de Oliveira Gomes, Daniela Soares de Almeida Bueno, Lúcio Akio Kikuchi, Álvaro Nunes Viana e Eliseu Alves.

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