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Proteção e manejo sustentável dominam debate em Congresso do Solo

Preservação

Evento internacional, sediado no Rio, é realizado pela primeira vez na América Latina
publicado: 16/08/2018 15h12 última modificação: 16/08/2018 15h12
Blairo Maggi lembrou trabalho da Embrapa para tornar o solo produtivo em áreas tropicais

Blairo Maggi lembrou trabalho da Embrapa para tornar o solo produtivo em áreas tropicais

O desafio do equilíbrio entre a proteção da biodiversidade e o manejo sustentável da terra para produção agrícola domina o debate no 21º Congresso Mundial de Ciência do Solo, realizado nesta semana no Rio de Janeiro. O evento, que acontece pela primeira vez na América Latina, e que vai até esta sexta-feira (17) com o tema “Ciência do solo: para além da produção de alimentos e de energia”, é produzido pela União Internacional da Ciência do Solo, conta com a presença de especialistas de mais de cem países e cerca de 4 mil participantes.

Homenageado com a Medalha Álvaro Barcellos, durante o Congresso, em reconhecimento pela sua contribuição à agricultura e à ciência do solo, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, destacou em seu discurso o programa ABC, que prevê a integração da lavoura, pecuária e floresta, “responsável por aumento vertiginoso da produtividade”, a preservação de mananciais e de florestas nas propriedades rurais e a coleta de 98% de embalagens que vão para o campo.

O ministro destacou a necessidade que o solo em regiões tropicais tem de introdução de material orgânico para produzir e o papel da Embrapa no desenvolvimento de tecnologia para torná-lo produtivo. Lembrou ainda que o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019 tem recursos previstos para a recuperação do solo com taxa de 5,25% ao ano. E comentou sobre a importância da troca de informações no evento, enfatizando que todos ganham com isso.

Estande do Mapa no Congresso reúne informações técnicas sobre o Programa Nacional de Solos do Brasil, que tem como objetivo mapear 8,2 milhões de km² do território nacional até 2048. Os dados gerados vão subsidiar políticas públicas no meio rural e nas cidades. A Embrapa, vinculada terá um estande para apresentação de suas tecnologias e avanços na ciência do solo.

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