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Oficina debate análises laboratoriais da produção agropecuária brasileira

Defesa Agropecuária

No evento foram apresentados os resultados do Projeto Demandas, desenvolvido pela Coordenação-Geral de Laboratórios Agropecuários
publicado: 17/12/2019 12h32 última modificação: 17/12/2019 12h32
Antônio Araújo/Mapa Oficina de laboratórios agropecuários

Oficina de laboratórios agropecuários

O Projeto Demandas - estudo de demandas por análises laboratoriais para os programas e controles oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), frente ao cenário de produção do agronegócio nacional e comércio agropecuário internacional (importação e exportação), em um horizonte de 20 anos, foi tema de oficina realizada pela Coordenação-Geral de Laboratórios Agropecuários (CGAL), departamento de inspeção da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), .

O evento, ocorrido na última sexta-feira (13), na sede no Mapa, teve como objetivo apresentar os resultados que o programa alcançou neste ano. O projeto pretende orientar os departamentos da SDA na execução de coletas precisas de amostras com base em riscos, em volume de produção e em estatísticas.

O coordenador-geral de Laboratórios Agropecuários, Rodrigo Barbosa, ressaltou que o projeto vem tendo resultados positivos e que, com base na ciência, continuarão trabalhando por conclusões seguras.

“Há alguns ajustes a serem feitos, mas, de modo geral, houve uma concordância que sim, a SDA pode continuar por esse caminho de definição do que precisa ser fiscalizado com base em ciência e risco. Estamos refletindo qual é a infraestrutura laboratorial necessária para atender as demandas de hoje e as demandas futuras, tendo em vista o aumento da produção agropecuária nacional nos próximas 20 anos”, disse.

Umas das metas da secretaria para o próximo ano, junto aos departamentos, é estabelecer programas anuais para cada um dos produtos fiscalizados. A ideia é planejar coletas de amostras com base em estatísticas, verificando as respostas após o resultado laboratorial e, assim, saber se segue aumentando o número de amostragens ou diminuindo esse número.

Estiveram presentes na oficina professores epidemiologistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e servidores da SDA. O curso também foi transmitido por vídeo conferência para os laboratórios federais de defesa.