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Novacki: governo trabalha para criar condições melhores de escoamento da produção agrícola

São Paulo

Em São José do Rio Preto, o ministro interino reuniu produtos para detalhar o Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018
publicado: 19/06/2017 18h50 última modificação: 19/06/2017 18h50
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Eumar Novacki com produtores rurais em São José do Rio Preto

O governo federal está trabalhando para oferecer aos produtores condições mais adequadas para o escoamento da safra agrícola, disse o ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, durante reunião com produtores rurais e com o prefeito de São José do Rio Preto (SP), Edinho Araújo. “A Embrapa Imagem está finalizando estudo, que é um raio-x sobre logística para apresentar ao presidente Michel Temer para elaborar projeto de infraestrutura dos principais modais de transportes, a fim de orientar o embarque da produção.”

Em sua visita ao município paulista, o ministro interino se encontrou com produtores no Sindicato Rural para detalhar o Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018, por meio do qual o governo federal destinou R$ 190,25 bilhões para as operações de crédito de custeio, comercialização e investimento. O secretário de Política Agrícola, Neri Geller, que acompanhou Novacki em São José do Rio Preto, destacou que o governo está destinando R$ 1,6 bilhão para a construção de armazéns, com prazo de pagamento em 15 anos e juros de 6,5% ao ano. O volume de recursos do Moderfrota aumentou de R$ 5,2 bilhões para R$ 9,4 bilhões, destacou.

Na audiência com Edinho Araújo, o ministro interino enfatizou que há otimismo entre os produtores, mesmo em estados onde não há grande tradição agrícola, com a expectativa de uma supersafra 234 milhões de toneladas de grãos e com os esforços desenvolvidos pelo Ministério da Agricultura para ampliar a presença dos alimentos brasileiros no mercado global.

O ministro interino ressaltou ainda a importância do diálogo transparente e objetivo na atividade pública. Segundo ele, se não tivesse ocorrido a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, o Brasil já poderia estar atingindo quase 8% de participação no comércio agrícola mundial.

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