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Mudanças no sistema de inspeção constam de proposta de MP

Modernização

Ministro da Agricultura disse em entrevista, após visitar a Expointer, no RS, que texto encontra-se na Casa Civil com Eliseu Padilha
publicado: 30/08/2018 16h24 última modificação: 31/08/2018 15h24
Blairo Maggi durante visita à feira, em Esteio

Blairo Maggi durante visita à feira, em Esteio

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quinta-feira (30), em Esteio (RS), durante visita à Expointer, já ter enviado à Casa Civil da Presidência da República proposta de Medida Provisória (MP), criando um fundo para pagamentos de fiscais que atuam junto a frigoríficos. “Está lá (a proposta) com o ministro Eliseu Padilha. A gente está conversando e eu já pedi prioridade.  Não consigo implantar neste ano, mas quero deixar tudo pronto para que no ano que vem aconteça”.

O ministro explicou que não se trata de servidores, mas que prestarão serviço ao governo e deverão ser selecionados pelo ministério. Esses trabalhadores atuam junto às linhas de produção. O objetivo, explicou, é “deixar tudo transparente” e facilitar a manutenção da presença de produtos brasileiros no mercado internacional.

“O que estamos buscando são alternativas ao sistema atual. E, no final, a responsabilidade da auditoria é sempre do poder público. Não há como terceirizar esse processo”, Acrescentou não ser “uma questão brasileira, mas existente no mundo”. As informações foram prestadas por Blairo Maggi em entrevista a jornalistas, depois de visitar estandes da 41ª Expointer, onde esteve acompanhado do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Ribeiro e Silva.

O ministro também comentou sobre a parceria com o setor privado, a partir de suporte técnico-científico da Embrapa, para eliminar pontos de risco de contaminação em frigoríficos. “Está começando a ser implantado de forma definitiva. A ideia é reduzir a presença das pessoas na linha de produção. Por exemplo, na área de suínos, assim que ocorre o abate é tirada a cabeça e colocada na retaguarda. Isso, porque todas possibilidades de contaminação numa carne suína, vêm por parte dos glândulos na cabeça. O resultado, então, foi a queda e de 90% no rechaço das carcaças e maior segurança, além de não haver contaminação”.

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