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Ministra comanda reunião sobre os projetos prioritários do Mapa para o Nordeste

Caatinga

Estudo da Embrapa Territorial aponta oito microrregiões do semiárido com alto potencial de desenvolvimento agropecuário
publicado: 14/03/2019 12h11 última modificação: 14/03/2019 12h16
Ministra Tereza Cristina, coordena reunião, ao lado do presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, e do chefe da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda

Ministra Tereza Cristina, coordena reunião, ao lado do presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, e do chefe da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comandou nesta quinta-feira (14) uma reunião para acompanhar os projetos que o Mapa está desenvolvendo para o semiárido da Região Nordeste. Ela disse aos secretários que o projeto é estratégico para o governo do presidente Jair Bolsonaro. E recomendou que as propostas sejam formuladas com pé no chão, sem promessas que não possam ser cumpridas, para que não se frustre os nordestinos que estão esperando ansiosos pelas ações do ministério.

Evaristo de Miranda, chefe da Embrapa Territorial, apresentou um detalhado levantamento sobre a região da caatinga nordestina, que disse considerar a região com a maior diversidade do Brasil. A Embrapa elegeu oito microrregiões da caatinga prioritárias para o estudo, uma em cada estado do Nordeste ¬ exceto o Maranhão, onde a vegetação predominante é o cerrado. Essas oito microrregiões abrangem 106 municípios, com 10% da área da caatinga. São todas com alto potencial de desenvolvimento agropecuário: Euclides da Cunha e imediações, na Bahia; Araripina, em Pernambuco; Vale do Açu, no Rio Grande do Norte, Batalha, em Alagoas; Cariri Oriental, na Paraíba; Sergipana do Sertão do São Francisco, em Sergipe; Alto Médio Canindé, no Piauí; e Baixo Jaguaribe, no Ceará.

As políticas do Mapa não ficarão restritas a essas regiões, mas a área foi tomada como exemplo do potencial de desenvolvimento da caatinga nordestina. Nelas foram levantadas informações como as cadeias produtivas existentes e que podem ser desenvolvidas, como valor da produção de cada alimento produzido, os assentamentos de reforma agrária, os programas de irrigação (cisternas, açudes e pivôs de irrigação), os cadastros rurais, as unidades da Embrapa presentes em cada região, e outros temas importantes para a atuação do ministério.

Tereza Cristina falou de sua viagem recente a quatro estados nordestinos, e disse que, com base nesses levantamentos, todos agora “terão base para ver o Nordeste com outros olhos”. Ela disse que não só o Ministério da Agricultura, mas todo o governo está trabalhando para desenvolver ações para o semiárido, incluindo as pastas de Desenvolvimento Regional, Cidadania, Saúde, Educação, Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e outros. A partir do estudo inicial da Embrapa Territorial, todas as secretarias do Mapa estão trabalhando em conjunto para formular políticas e robustecer ações que levem mais desenvolvimento à região da caatinga nordestina, que está em profunda transformação.

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