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Memorando assinado com a Aeronáutica visa operação de sistemas espaciais e de observação do solo

Parceria

Assinatura foi formalizada entre o ministro da Agricultura e o comandante Nivaldo Rossato
publicado: 08/08/2018 19h00 última modificação: 08/08/2018 19h00
Documento assinado pelo ministro Blairo Maggi e pelo comandante da Aeronáutica

Documento assinado pelo ministro Blairo Maggi e pelo comandante da Aeronáutica

Memorando de entendimento para a implementação e operação de sistemas espaciais e de observação do solo foi assinado nesta quarta-feira (8) entre o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, e o comandante da Aeronáutica, tenente brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato.

“É o começo de uma parceria entre o Mapa e o Ministério da Aeronáutica para o futuro. A Embrapa já faz esse trabalho de análise do solo através do mapeamento por satélites. Com a assinatura desse memorando, vários projetos poderão avançar e, com isso ganham, a agricultura e a população brasileira”, disse o comandante da Aeronática.

A assinatura sucedeu reunião ocorrida em junho entre o secretário-executivo do ministério e presidente do Conselho de Administração da Embrapa, Eumar Novacki, e do chefe geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, com o major-brigadeiro, Jefson Borges, Chefe da Área de Planejamentos Operacionais do Estado-Maior da Aeronáutica, quando trataram de parceria na construção de satélite ótico para atender necessidades militares e civis do país. O satélite deve servir para a Embrapa ampliar o monitoramento das áreas utilizadas pela agropecuária no país.

O projeto do chamado satélite Carponis-1 dará ao país o primeiro satélite de sensoriamento remoto de alta resolução espacial brasileiro. A expectativa é de que seja colocado em órbita em 2021. O satélite faz parte de uma das constelações do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), que integra o Programa Espacial Brasileiro e deve integrar as metas estratégicas para a inovação da Embrapa, segundo seu diretor científico Celso Moretti.

Segundo Borges, o interesse das Forças Armadas na parceria deve-se ao avançado estágio que a Embrapa se encontra na área de monitoramento por satélite. Ele destacou, também, que as Forças Armadas pretendem formar um banco de imagens orbitais de alta resolução para compartilhamento com todo o governo federal e têm interesse em tecnologias de catálogo e tratamento de dados desenvolvidas pela Embrapa Territorial.


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