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Melhorar percepção do Brasil no exterior é desafio para ampliar mercado, diz Maggi

Pam Agro

Nós temos muita coisa boa para mostrar, afirmou o ministro na primeira reunião do Conselho do Programa de Imagem e Acesso a Mercados do Agronegócio Brasileiro
publicado: 06/12/2017 17h43 última modificação: 06/12/2017 18h48
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Blairo Maggi destacou a importância de abrir novos mercados como forma de compensar a concentração ou dependência de grandes economias

Melhorar a imagem para facilitar negócios é o maior desafio do país no exterior acredita o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, que participou na manhã desta quarta-feira (6) da 1ª reunião do Conselho do Programa de Imagem e Acesso a Mercados do Agronegócio Brasileiro (Pam Agro), em São Paulo. O governo brasileiro, segundo ele, precisa enfrentar com firmeza críticas da concorrência e demostrar boas práticas da produção, além do cuidado com o meio ambiente, moeda bem valorizada no mundo atualmente.

“Nós temos muitas coisas boas para mostrar. Essa questão, mesmo, das reservas legais, faz com que o país abra mão de um capital gigante. São custos para a sociedade brasileira e um ativo importante para o mundo”, afirmou.

O objetivo do programa Pam Agro é melhorar a percepção de mercados internacionais estratégicos em relação ao agronegócio brasileiro, informando principalmente aos parceiros e aos potenciais parceiros dados relacionados à sustentabilidade, à segurança e à tecnologia empregada no país.

Participaram da reunião o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, o presidente da Apex-Brasil, Roberto Jaguaribe, e a secretária executiva da Camex (Câmara de Comércio Exterior), Marcela de Carvalho, além de dirigentes de entidades de classe que aderiram ao programa.

Blairo Maggi destacou a importância de abrir novos mercados como forma de compensar a concentração ou dependência de grandes economias. “É preciso olhar para mercados menores. O somatório de vários importadores se torna algo grande e nos deixa mais seguros”, afirmou.

O ministro lembrou ainda ser interessante abastecer as embaixadas no exterior com informações relevantes sobre produção e políticas de governo que contribuam para a melhorar o ambiente de negócios e ampliar a participação brasileira na fatia do agrongeócio mundial.

Maggi defendeu uma estrutura “enxuta” na gestão do programa e o foco voltado para o objetivo de atender a necessidade de veicular informações no exterior que favoreçam o aumento das exportações no setor agropecuário.

Angola

Em São Paulo, o ministro Blairo Maggi também participou de reunião bilateral Brasil-Angola, com a presença do ministro da agricultura angolano Marcos Alexandre Nhunga. Os dois países discutem parcerias no âmbito do agronegócio, principalmente em relação à pesquisa e ao desenvolvimento de novas tecnologias. As exportações brasileiras para Angola, de produtos do agronegócio, foram de US$ 185,2 milhões em 2016. As importações somaram US$ 10,7 milhões. 

 

 

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