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Mapa reforça vigilância na fronteira por causa de foco de aftosa na Colômbia

Saúde animal

Ações foram intensificadas nos municípios vizinhos aos territórios colombiano e venezuelano
publicado: 29/06/2017 16h34 última modificação: 29/06/2017 16h34

O Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA) pôs em alerta o sistema nacional de vigilância para febre aftosa em Roraima e Amazonas, em razão da ocorrência da doença na Colômbia, comunicada oficialmente à Organização de Saúde Animal (OIE) no último dia 24. A medida foi adotada por intermédio do Departamento de Saúde Animal (DSA) da Secretaria de Defesa Agropecuária.

O DSA resolveu intensificar as ações de vigilância e controle de trânsito de animais e produtos na região, a fim de reduzir todos os possíveis riscos da entrada do vírus, no país. “A situação representa baixíssima probabilidade de ameaça ao status sanitário brasileiro, porque o foco está localizado a cerca de 600 quilômetros da nossa fronteira e existe uma extensa barreira natural que nos protege”, disse o diretor do DSA, Guilherme Marques.

As ações foram intensificadas principalmente nos municípios fronteiriços com a Colômbia e Venezuela. A Colômbia faz fronteira com o Brasil no noroeste do Amazonas e o foco localiza-se distante da fronteira brasileira, sendo que a região é composta por densas florestas e sem a produção pecuária.

Segundo notificação enviada à OIE pelo Instituto Colombiano Agropecuário (ICA), do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, houve detecção de um foco de febre aftosa do sorotipo “O” numa propriedade rural no município de Tame, no Departamento de Arauca, distante cerca de 70 quilômetros da fronteira com a Venezuela.

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