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Geller fala sobre sustentabilidade e oportunidades do agro em Paris

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Portfólio de negócios a ser demonstrado conta com 30 projetos que representam US$ 1,3 bilhão
publicado: 19/12/2017 15h15 última modificação: 19/12/2017 15h15
Neri Geller vai discorrer sobre os segmentos de produção de insumos, infraestrutura, logística, processamento e distribuição

Neri Geller vai discorrer sobre os segmentos de produção de insumos, infraestrutura, logística, processamento e distribuição

O secretário de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, falará para aproximadamente mil pessoas entre agricultores europeus e representantes de cooperativas agrícolas sobre sustentabilidade da agricultura brasileira e oportunidades de cooperação e investimento, nesta quarta-feira (20), em Paris. 

A palestra acontecerá durante a reunião anual da Invivo Group, que tem como foco a agricultura brasileira e sua expressão no cenário global. A Invivo congrega mais de 220 cooperativas e está presente em 31 países. No Brasil, a empresa investiu na CCAB Agro (Consórcio Cooperativo Agropecuário Brasileiro) com objetivo de fortalecer cooperativas brasileiras.

O secretário dirá aos participantes do encontro que há diversas áreas com oportunidades de negócio para os investidores estrangeiros, entre elas está o setor de produção de insumos, infraestrutura, logística, processamento e distribuição. Ele apresentará o portfólio de oportunidades nos mais variados segmentos do agronegócio brasileiro. O portfólio conta com 30 projetos que representam US$ 1,3 bilhão.

Geller vai demonstrar que a maior parte do território brasileiro é preservada, com 66,3 % de vegetação nativa. “A área de vegetação nativa preservada nas propriedades rurais no Brasil, de 20,5%, é equivalente à área total da Franca e Noruega somadas”, observa o secretário.

Em sua palestra, Geller vai falar sobre o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), que visa promover maior adaptação dos sistemas produtivos agropecuários aos efeitos das mudanças climáticas e reduzir as emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes das atividades no campo. Os meios são a adoção de práticas e sistemas de produção mais resilientes e conservacionistas dos recursos naturais (recuperação de pastagens degradadas, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e Sistemas Agroflorestais; Sistema Plantio Direto; Fixação Biológica de Nitrogênio; Florestas Plantadas; Tratamento de Dejetos Animais e Adaptação às Mudanças Climáticas.

Com forte participação no mercado internacional do agronegócio, o Brasil é líder nas exportações de açúcar, com vendas em 108 países, café (115 países), suco de laranja (56 países), soja (81 países) e carne de frango (132 países). É o segundo colocado nas exportações de carne bovina (127 países) e milho (50 países). E fica na quarta posição no comércio exterior de carne suína, destinada a 98 países.

“Além de atender à demanda doméstica, a agricultura brasileira tem a capacidade de suprir demanda de consumidores internacionais”, afirmou Geller. As exportações do agronegócio atingiram US$ 89,08 bilhões de janeiro a novembro deste ano.

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