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Estimativa de safra recorde de grãos é de 227,9 milhões de toneladas

Conab

Além de aumento na área plantada, resultado deve ser influenciado de forma positiva pelas condições climáticas
publicado: 11/04/2017 19h19 última modificação: 11/04/2017 19h19
Soja é o principal produto da safra de grãos

Soja é o principal produto da safra de grãos

A safra de grãos 2016/17 deve chegar a 227,9 milhões de toneladas, com aumento de 22,1% ou 41,3 milhões de toneladas frente as 186,6 milhões de toneladas da safra passada. A previsão está no 7º Levantamento da safra, divulgado nesta terça-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A alta em relação à safra 2015/2016 se deve a aumento de área plantada e à produtividade média, livre de  condições climáticas adversas como ocorreu no ano passado. A previsão é de aumento de 3% na área total cultivada em relação à safra anterior, podendo chegar a 60,1 milhões de hectares. Estão incluídas nesse prognóstico culturas de segunda e de terceira safras.

Para a soja, a expectativa é de crescimento de 15,4% na produção, devendo atingir 110,2 milhões de toneladas, com aumento de 14,7 milhões de t em relação à safra anterior e ampliação de 1,4% na área, que deve chegar a 33,7 milhões de hectares.

No caso do milho total, a expectativa é de que alcance 91,5 milhões de toneladas (37,5% de crescimento), com 29,9 milhões de toneladas na primeira safra e 61,6 milhões na segunda. A área total do milho deve alcançar 17,1 milhões de hectares (ampliação de 7,3%). No total, milho e soja representam quase 90% dos grãos produzidos no país.

O feijão primeira safra deve chegar a 1,38 milhão de toneladas, resultado 33,4% superior a 2015/2016. O feijão segunda safra deve produzir 1,22 milhão de toneladas, sendo 607,1 mil do grão em cores, 216,1 mil do preto e 393,6 mil do caupi. A produção de feijão total pode chegar a 3,29 milhões de toneladas, com área total de 3,1 milhões de hectares. Já o algodão pluma deve crescer 14,3% e chegar a 1,47 milhão de toneladas, mesmo com redução de 2,6% na área cultivada.

O estudo atual traz informações sobre a produção regional da cultura do feijão e a preferência do brasileiro para alguns tipos mais presentes na sua mesa: feijão comum cores (com destaque para o carioca), comum preto e feijão caupi. O primeiro, de maior consumo, tem cerca de 80% de sua produção cultivada nos estados da Região Centro-Sul. Já o comum preto, de consumo em alguns estados, é produzido basicamente no Sul do país, enquanto que o caupi, de consumo tipicamente nordestino, tem produção de 60% em alguns estados do Nordeste.


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