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Em evento no MS, Maggi disse que estuda mudanças para dar maior segurança sobre qualidade de produtos

Sanidade

De acordo com o ministro, compradores do exterior precisam ter garantia de que não há interferência política onde o importante é análise técnica
publicado: 22/09/2017 17h42 última modificação: 22/09/2017 17h42
Maggi lembrou o Agro + como primeiro desafio de sua gestão

Maggi lembrou o Agro + como primeiro desafio de sua gestão

Em Campo Grande, para participar do lançamento da versão estadual do programa Agro +, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi adiantou que há mudanças em curso que trarão maior tranquilidade para consumidores internos e externos em relação ao controle de qualidade de produtos do agronegócio. “Estamos conversando com servidores, com a população e com todos os interessados”, disse Maggi, quinta-feira (22)

De acordo com o ministro, será importante dar segurança ao mercado internacional de que decisões que envolvem controle de qualidade não sofrem interferência política.” A discussão passa por aquilo de que o ministério não pode abrir mão”. Explicou ainda que poderá ser criado um comitê com representatividade ampla que funcione para deliberar sobre eventuais questionamentos. “Estamos criando estruturas para dar agilidade, tranquilidade e garantir aos consumidores que tudo o que chega à sua mesa passa pelo ministério, seja cerveja, cachaça, vinho carne de porco, bovinos”.

Maggi lembrou que o primeiro desafio de sua gestão, iniciada em maio do ano passado, foi retirar amarras que emperravam o setor. E, por isso, logo, em seguida, em agosto lançou o Agro +, programa de modernização e de desburocratização. Para mudar mais de 700 procedimentos por meio do programa, ouviu todos os segmentos da atividade do agronegócio.

“Nós fizemos a nossa parte dentro do governo federal, mas os estados também têm legislação própria. E nossa sugestão sempre foi de que chamassem também agricultores, pecuaristas, associações, entidades, políticos. Todo mundo senta à mesa e coloca sua preocupação, o que acha que está atrapalhando no Mato Grosso do Sul ou o que não ajuda a atividade. Ali há uma negociação e, quem sabe, se pode fazer uma mudança”, comentou. O ministro advertiu que a ideia é desburocratizar, sem abrir mão de garantir que os alimentos são bem cuidados no Brasil.

Antes de viajar a Campo Grande, Maggi participou da inauguração de um frigorífico de jacarés em Corumbá, no estado. O ministro estava acompanhado do governador Reinaldo Azambuja, e de comitiva do Mapa, do secretário executivo, Eumar Novacki, secretário de Relações Internacionais, Odlison Silva, chefe de gabinete, Coaraci Castilho, e do diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), José Luis Vargas.

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