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Agropecuária gerou 22.702 vagas de empregos formais em junho

Caged

Saldo foi positivo no mês, com total de 48.436 postos, o melhor resultado desde 2013
publicado: 25/07/2019 17h57 última modificação: 25/07/2019 18h35
Trabalho no campo aumentou em junho, mesmo não sendo período de sazonalidade

Trabalho no campo aumentou em junho, mesmo não sendo período de sazonalidade

O setor agropecuário contribuiu com 22.702 vagas para o saldo de empregos formais gerados em junho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (25/7) pelo Ministério da Economia, que foi de 48.436 postos. 

“O ambiente interno e o externo favoráveis ao investimento na atividade combinado com a safra de grãos que, superando estimativas, deve atingir recorde neste ano, acabam por demandar mais mão de obra”, avaliou o secretário adjunto da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jose Ângelo Mazzillo Junior.

Segundo o Ministério da Economia, foi o melhor resultado do Caged registrado para o mês de junho desde 2013 e representou alta de 0,13% sobre o estoque do mês anterior. No semestre, os números são os melhores desde 2014, com o saldo positivo de 408.500 vagas.

No acumulado de 12 meses, o saldo entre admissões e desligamentos ficou positivo em 524.931 novos postos formais, que representa melhoria em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram gerados 280.093 novos empregos.

Além da agropecuária os resultados positivos de junho foram registrados também por Serviços (23.020 postos), Construção Civil (13.136 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (2.525), Extrativa Mineral (565) e Administração Pública (483). E dois setores apresentaram resultado negativo no mês: Comércio (-3.007 postos) e Indústria de Transformação (-10.988 postos).

Quatro das cinco regiões brasileiras tiveram saldo positivo em junho. O melhor resultado é do Sudeste, com 31.054 postos de trabalho criados. O Centro-Oeste registrou 10.952 novas vagas, o Nordeste, 5.142, e o Norte, 4.002. No Sul houve mais demissões, com saldo negativo de 2.714 postos.

 

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