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I Congresso Brasileiro de Macaúba: Consolidação da Cadeia Produtiva
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Em breve estarão disponíveis para download os anais e as palestras do I Congresso Brasileiro de Macaúba: Consolidação da Cadeia Produtiva!
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Data: 19 a 21 de novembro de 2013 Local:Centro Universitário de Patos de Minas - UNIPAM Rua Major Gote, n° 808 – Bairro: Caiçaras – Patos de Minas - MG CEP: 38702-054 Inscrições: Até 20 de outubro de 2013 Submissão de Trabalhos: Até 10 de outubro de 2013 ATENÇÃO: OS PAINÉIS DEVEM SER CONFECCIONADOS NO TAMANHO DE 1,20A x 0,90L. Apresentação O I Congresso Brasileiro de Macaúba: Consolidação da Cadeia Produtiva tem como principal objetivo agregar os conhecimentos técnicos e científicos sobre macaúba no Brasil e no exterior, visando à obtenção de subsídios para a consolidação da cadeia produtiva dessa espécie no País. O evento reunirá cerca de 200 participantes dos segmentos da pesquisa, do setores produtivos agrícola e industrial, do governo e da academia e abordará, dentre outros temas, a cadeia extrativista, o cultivo intensivo, as boas praticas de produção e o processamento, todos eles tendo como base a legislação vigente, os resultados das pesquisas e a extensão rural. A Macaúba Também conhecida como bocaiúva, mocujá, mocajá, macaíba ou macaiúva é uma palmeira rústica pertencente ao gênero Acrocomia, família Arecaceae. As macaubeiras encontram-se distribuídas ao longo da América tropical e subtropical. No Brasil, são mais abundantes nas regiões de abrangência do Cerrado, onde podem ser encontradas isoladas ou formando povoamentos naturais denominados de “maciços”. Embora ainda não seja uma espécie domesticada, seus frutos são utilizados diretamente como alimento, fonte de óleo para fins alimentícios, cosméticos e na produção de sabões, além da geração de energia. Outros usos, como construção e artesanatos, também são praticados. No seu ambiente natural, é um importante abrigo e fonte de alimento para a fauna silvestre. Pesquisas recentes indicam que a macaúba, em sistemas de cultivo adequado, tem potencial para produzir mais de 5,0 toneladas de óleo por hectare, além de tortas alimentícias e biomassa para produção de carvões e outras finalidades. Portanto, é uma alternativa excelente como matéria prima para a agroenergia.
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