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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA 

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Vacinação

Febre aftosa

A campanha de vacinação contra febre aftosa segue o calendário oficial estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sendo realizada, na maior parte dos estados, nos meses de maio e novembro. A vacinação sistemática de bovinos e búfalos é obrigatória, exceto em Santa Catarina, estado reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal - OIE. A aquisição e aplicação da vacina contra a febre aftosa é de responsabilidade dos proprietários dos animais. 

Raiva
Os animais nascidos após a vacinação do rebanho deverão ser vacinados contra raiva quando atingirem a idade recomendada de três meses. Os estados podem legislar complementarmente sobre a necessidade de vacinação compulsória e sistemática em áreas consideradas de risco, baseando-se no modelo citado no item anterior.
A vacinação é compulsória quando da ocorrência de focos da doença e deve ser adotada preferencialmente em bovídeos e equídeos com idade igual ou superior a três meses. Em animais com idade inferior, pode ser orientada caso a caso, de acordo com a avaliação técnica de um médico veterinário.

Brucelose 
A vacina é aplicada somente uma vez em bezerras com idade entre três a oito meses. No Brasil, é aplicada a vacina B19, por profissionais autorizados.

 

 

 

 ORIENTAÇÕES PARA UMA BOA VACINAÇÃO

 O ato de vacinação é uma prática que, embora simples, requer cuidados e o conhecimento necessário para a correta aplicação e evitar prejuízos aos produtores e danos aos animais:

1.      Revisar as instalações para o bom andamento e segurança da vacinação;

2.     Adquirir as vacinas de revendedores confiáveis e em quantidade compatível com o número de animais a ser vacinados;

3.      Manter rigoroso controle do acondicionamento das vacinas, mantendo em geladeira na temperatura entre 2 e 8 ºC ou em caixas térmicas com duas partes de gelo para uma de vacina. É muito importante a conservação adequada, pois tanto o congelamento quanto o calor anulam a eficiência da vacina;

4.     Manter a seringa dentro da caixa térmica mesmo nos pequenos intervalos entre as aplicações;

5.      Evitar deixar os animais presos por períodos prolongados;

6.      Disponibilizar aos animais fácil acesso a água e alimentos após a vacinação;

7.  Evitar estressar e maltratar os animais, o que pode causar prejuízos (abortos, traumatismos, etc.) e prejudicar a resposta imunológica à vacinação;

8.     A dose a ser aplicada em cada animal deve ser aquela indicada no rótulo do frasco de vacina. Uma dosagem menor do que a indicada pelo fabricante não proporcionará proteção desejada;

9.    Devem ser utilizadas agulhas de tamanho adequado, limpas e com bom estado de conservação. Agulhas de calibre muito grosso podem provocar refluxo de vacina e reduzir a quantidade aplicada;

10.  As vias de aplicação devem ser observadas no rótulo ou na bula das vacinas;

11. Zelar pela limpeza e assepsia dos equipamentos e instrumentais utilizados na vacinação;

12. Verificar a adequada contenção dos animais, preservando sua integridade e da equipe de vacinação e evitando riscos desnecessários;

13.  Não aplicar a vacina em partes impróprias e/ou sujas do corpo do animal;

14.  Utilize uma agulha só para retirar a vacina do frasco, minimizando a contaminação do conteúdo do frasco com a agulha que teve contato com o animal;

15.  Trocar a agulha a cada lote de 10 animais vacinados, substituindo por uma limpa e em bom estado, descartando agulhas desgastadas e/ou tortas, lavando e desinfetando agulhas em condições de ser reutilizadas;

16.  A resposta imunológica dos animais a aplicações de vacinas não é imediata e seus efeitos somente aparecem depois de alguns dias. Assim, animais vacinados recentemente ainda podem apresentar a doença, pois já poderiam estar infectados quando vacinados;

17.  Os animais sadios e bem nutridos têm melhor resposta imunológica às vacinas do que os doentes ou mal alimentados.


 

 

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