O conhecimento do comportamento animal e o uso de estratégias de manejo racional podem assegurar o bem-estar animal e gerar ganhos diretos e indiretos na produtividade e na qualidade do produto final. Por outro lado, o manejo inadequado além de causar estresse e sofrimento desnecessário, afeta diretamente a qualidade da carne em fatores como cor, pH, consistência e tempo de prateleira, além de reduzir significativamente o rendimento de carcaça, devido à incidência de hematomas e contusões. Outros cuidados como dieta, condições higiênicas e instalações adequadas, assim como saúde animal, entre outros, também devem ser observados e praticados pelo produtor rural. No manejo pré abate, principalmente, os cuidados precisam ser intensificados, pois, na maioria das vezes, nesse período os animais são expostos a ambientes adversos, como transporte e grupos de animais diferentes. Tendo em vista, organismos federais e internacionais estabelecem critérios mínimos de bem-estar dos animais de produção. No Brasil, o Ministério da Agricultura é responsável pelo fomento de ações que garantam o bem-estar animal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), que coordena a Comissão Técnica Permanente (criada pela Portaria nº 185, de 17 de março de 2008) e de parceiros como oGrupo de Estudos e Pesquisas em Etologia e Ecologia Animal e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Contato comissao.bea@agricultura.gov.br
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